4 de jul de 2015

Vivendo A Nossa Fé


No que diz respeito a uma reflexão sobre os frutos da fé, nenhuma obra se compara aos Evangelhos.

Em seu livro “Princípios Ocultos de Saúde e Cura” Max Heindel nos lembra que em todas as curas que Cristo realizava, Ele pedia uma ação por parte do doente: "Estende a tua mão", ou "Toma o teu leito e anda", ou ainda: "Vai e banha-te no lago de Siloé", etc..

Os pedidos de Cristo podem soar insignificantes em comparação a grandiosidade dos milagres, mas, fato é que, Cristo Jesus iniciava os ensinamentos da era inaugurada – a Era de Peixes. Seus pedidos, que notemos bem, variavam de pessoa para pessoa, continham a força de uma “ordem” e a “observância” da necessidade de realização de uma ação definida.

A lição de que havia uma Lei de Causa e Conseqüência estava latente em todo o processo de cura utilizado por Cristo, anunciando: “mostra-me tua fé com obras”.
Max Heindel nos fala ainda da passagem no Antigo Testamento onde Naamã, leproso, vai ao profeta Eliseu, esperando por um milagre de cura. Ao ser orientado a banhar-se sete vezes no Rio Jordão, Naamã se revolta e não cumpre o solicitado, e se persistisse na sua desobediência, não seria curado, como também “não seriam sanados pelo Cristo os enfermos, se não obedecessem e fizessem o que lhes ordenava”.
As lições esotéricas a serem assimiladas em uma determinada era estão no signo oposto àquele que a rege, portanto, atentemos para o signo de Virgem – oposto ao signo de nossa era atual – Peixes.

Virgem, o signo da sexta casa está intimamente relacionado com pequenos atos do dia a dia que mostram  lições fundamentais  sobre a vivência das Leis da Natureza. Vivências estas, que, mesmo quando não conhecidas objetivamente, se repetidas fielmente, nos trarão resultados verdadeiros, demonstrando que “vivemos realmente a nossa fé”.